Service

Integrar, testar e garantir a operacionalidade dos equipamentos de subestações

Para ajudar os clientes a manter o foco em seu core business, a Engetecnica disponibiliza sua expertise para gerenciar os empreendimentos voltados ao suprimento de energia elétrica.

Graças a sua estrutura organizacional e aos seus profissionais multidisciplinares, a Engetecnica tem capacidade de realizar o gerenciamento e a integração de projetos como a construção completa de subestações de energia, sistemas elétricos de potência e ampliações/adequações em sistemas existentes.

Como Fazemos

Processo de Comissionamento e Integração

Conheça o processo de trabalho da Engetecnica Service

Nesta fase, utilizando equipamentos de última geração, realizamos um conjunto de testes conforme normas nacionais e internacionais, garantindo a integridade e bom desempenho dos equipamentos ao longo do tempo.

Nesta fase, são verificados todos os circuitos elétricos de comando, sinalização, intertravamento e disparo.

Nesta fase, é realizada a verificação da parametrização dos relés, conforme estudo de seletividade fornecido para o empreendimento.

Nesta fase, são realizados os testes integrados, verificação das instalações conforme os projetos elétricos funcionais e lógicos, intertravamentos, automatismos, comando local e telecomando, checagem dos circuitos de tensão e corrente.

Com o comissionamento aprovado, nossa equipe acompanha a energização do empreendimento, garantindo a performance da instalação.

Portfólio

Comissionamento de Equipamentos de Patio

  • Aferição e ajustes do relé de controle de tensão
  • Calibração e ajuste da imagem térmica 
  • Corrente de excitação
  • Correntes de partida e regime permanente dos motores 
  • Ensaios e Testes de TC de bucha
  • Fator de potência do isolamento dos enrolamentos. 
  • Fator de potência do isolamento e capacitância das buchas. 
  • Funcionamento da refrigeração forçada. 
  • Inspeção visual 
  • Óleo isolante: Retirada e envio de amostra de óleo para laboratório para ensaios e testes de rotina e gases dissolvidos do tanque principal e do comutador. 
  • Relação de tensões. 
  • Resistência de Isolamento da fibra isolante que fica entre a base e o transformador de força. 
  • Resistência de isolamento do núcleo (quando houver acesso que permita realizar esse ensaio e teste). 
  • Resistência de isolamento dos enrolamentos. 
  • Resistência de Isolamento dos motores. 
  • Resistência elétrica (continuidade) entre o conector e o cabeçote das buchas condensivas. 
  • Resistência elétrica dos cabos de aterramento da bucha de neutro. 
  • Resistência elétrica dos enrolamentos em todas as derivações. 
  • Verificação do funcionamento, através de ajustes e medição das resistências de isolamento e de contato, de todos os instrumentos físicos como: relé de gás, termômetro de óleo e enrolamento, indicador de nível de óleo, válvulas de pressão e termostatos.
  • Ajuste e medição da pressurização dos circuitos hidráulicos e de gás, dos ressostatos e manômetros. 
  • Cálculo Índice de perdas no tanque (TLI) em disjuntores GVO. 
  • Colar quente das buchas de disjuntores GVO e buchas de cubículos de 13,8 kV. 
  • Correntes de partida e de regime permanente dos motores. 
  • disjuntores de cubículo. 
  • Ensaios e Testes dos TC de bucha ou TC em cubículo, conforme indicado nos itens referentes à Transformador de Corrente desta especificação. 
  • Estanqueidade do gás. 
  • Fator de Potência do isolamento.
  • Inspeção visual 
  • Óleo isolante (disjuntores GVO e PVO): Retirada e envio de amostra de óleo para laboratório para ensaios e testes de rotina. 
  • Resistência de Contato de todas as câmaras e total.
  • Resistência de isolamento dos motores 
  • Resistência de isolamento e resistência elétrica, das bobinas de abertura e fechamento. 
  • Resistência de Isolamento.
  • Resistência Elétrica entre as buchas de entrada e saída dos 
  • Tempo de carregamento de mola. 
  • Tempo de pressurização e pressão de partida/parada da bomba do comando hidráulico. 
  • Tempos de operações (O, C, CO, OCO) das câmaras e do resistor de pré-inserção através de todas as bobinas de abertura. OBS: Monitorar os tempos de energização das bobinas ou contatos auxiliares no ensaio de OCO.
  • Teor de Umidade (PPM) do gás SF6. 
  • Conexões de aterramento (Mecanismo para a estrutura e Estrutura para a malha) 
  • Correntes de partida e regime permanente dos motores. 
  • Inspeção visual. De acordo com planilha de inspeção específica do equipamento. 
  • Resistência de contato (Total, Articulações e Contatos).
  • Resistência de Isolamento de cada isolador e total. 
  • Resistência de Isolamento do motor. 
  • Tempos de abertura e fechamento.
  • Fator de potência do isolamento do enrolamento. 
  • Inspeção visual. 
  • Polaridade. 
  • Relação de tensões. 
  • Resistência de isolamento dos enrolamentos. Resistência elétrica dos enrolamentos em todas as derivações.
  • Fator de potência do isolamento. 
  • Inspeção visual 
  • Levantamento da curva de Saturação (Para os secundários de 
  • Polaridade. 
  • proteção). 
  • Relação de correntes. 
  • Resistência de isolamento. 
  • Resistência elétrica dos enrolamentos do início do enrolamento para todas as derivações. 
  • Atuação dos contadores de descargas. 
  • Fator de potência do isolamento (perdas em mW/W). 
  • Inspeção visual 
  • Medição da resistência elétrica da conexão do cabo de aterramento do para-raios e sua respectiva haste de aterramento. 
  • Resistência de isolamento das bases isolantes. 
  • Resistência de isolamento.
  • Capacitância de cada unidade e total de cada fase. 
  • Inspeção visual 
  • Resistência de isolamento das estantes. 
  • Resistência de isolamento de cada capacitor. 
  • Resistência elétrica do resistor de descarga (A1xA2).
  • Indutância 
  • Inspeção visual 
  • Para-raios da bobina
  • Resistência de isolamento de cada isolador e total. 
  • Resistência elétrica.
  • Fator de Potência do isolamento
  • Inspeção visual 
  • Resistência de isolamento 
  • Tensão aplicada em Corrente Contínua.

Comissionamento de Equipamentos de Serviços Auxiliares

  • Carga de equalização, se necessário. 
  • Ciclo de descarga e recarga (Ensaio de Capacidade no regime projetado da instalação). 
  • Ensaios e testes complementares conforme manual do fabricante. 
  • Inspeção visual. 
  • Medição de densidade do eletrólito de cada elemento (somente para baterias ventiladas). 
  • Medição de tensão de cada elemento. 
  • Medição ôhmicas internas de cada elemento (condutância ou impedância ou resistência interna). 
  • Verificação das bitolas dos cabos utilizados na montagem e na conexão da bateria ao retificador. 
  • Verificação do torque de aperto dos parafusos de conexão dos polos de cada elemento. 
  • Aferição dos instrumentos 
  • Análise dos resultados 
  • Anotação dos dados de placa 
  • Ensaios e testes conforme manual de instrução do fabricante e ou instruções específicas da CONTRATANTE. 
  • Inspeção visual. 
  • Isolamento C.C. 
  • Simulação de defeitos 
  • Simulação de funcionamento das colunas do diodo de queda (se houver) 
  • Tensão residual (ripple) 
  • Teste de limitação de corrente 
  • Teste de variação de tensão de entrada (regulação) 
  • Verificação da faixa e do valor de ajuste da proteção e/ou sinalização de tensão alta no consumo 
  • Verificação da faixa e do valor de ajuste da proteção e/ou sinalização de tensão baixa no consumo 
  • Verificação da faixa e do valor de ajuste da tensão de saída em recarga 
  • Verificação da faixa e do valor de ajuste da tensão de saída em flutuação 
  • Verificação da sinalização acústica e visual 
  • Verificação da tensão de entrada e dispositivos de proteção no QDR (fusíveis, disjuntores, etc.) 
  • Verificação das polaridades 
  • Verificação de funcionamento em manual e automático 
  • Verificação de sobrelevação de temperatura 
  • Verificação do dimensionamento dos fusíveis e dos cabos utilizados na alimentação C.A. e na distribuição C.C. para baterias e consumidores. 
  • Verificação do funcionamento das chaves C.A. e C.C. 
  • Verificação dos torques de aperto das ligações
  • Fator de potência do isolamento. 
  • Óleo isolante: Retirada e envio de amostra de óleo para laboratório para ensaios e testes de rotina e gases dissolvidos. 
  • Relação de tensões. 
  • Resistência de isolamento dos enrolamentos. 
  • Resistência elétrica dos enrolamentos.

Comissionamento de Painéis de Proteção e Controle

  • Análise de filosofia da proteção e medição 
  • Análise do sistema de aquecimento 
  • Análise dos resultados 
  • Anotação dos dados de placa 
  • Aplicação de corrente no circuito de TC’s 
  • Aplicação de tensão no circuito de TP’s 
  • Continuidade e interligação 
  • Isolamento de fiação 
  • Verificação de fusíveis 
  • Verificação dos sinaleiros, chaves de comando
  • Atuar as proteções sobre o relé 86 
  • Identificar os fusíveis, disjuntor CC e chave de proteção 
  • Verificar a abertura e bloqueio do disjuntor 
  • Verificar a existência de flex-teste e chave 69 
  • Verificar a existência de transferência de trip 
  • Verificar a sinalização na posição reset 
  • Verificar a sinalização: relé-anunciador-disjuntor

Nosso Processo

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1

Testes dos Equipamentos

Nesta fase, utilizando equipamentos de última geração, realizamos um conjunto de testes conforme normas nacionais e internacionais, garantindo a integridade e bom desempenho dos equipamentos ao longo do tempo.

2

Testes Funcionais

Nesta fase, são verificados todos os circuitos elétricos de comando, sinalização, intertravamento e disparo.

3

Levantamento de curvas de proteção

Nesta fase, é realizada a verificação da parametrização dos relés, conforme estudo de seletividade fornecido para o empreendimento.

4

Testes integrados

Nesta fase, são realizados os testes integrados, verificação das instalações conforme os projetos elétricos funcionais e lógicos, intertravamentos, automatismos, comando local e telecomando, checagem dos circuitos de tensão e corrente.

5

Energização

Com o comissionamento aprovado, nossa equipe acompanha a energização do empreendimento, garantindo a performance da instalação.

Equipamentos Referência

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